AUDITORIA DO PLANO DE SAÚDE

Você precisa iniciar um tratamento, seguindo as orientações médicas, e de repente o plano bloqueou tudo, alegando que precisa "reavaliar" seu caso pela junta médica. Essa suspensão pode ser abusiva.

Somos um escritório especializado em Direito do Consumidor e Direito da Saúde. Atuamos em todo o Brasil para derrubar bloqueios indevidos e garantir a continuidade do seu tratamento.

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O que está acontecendo com você:

O plano não autorizou seu tratamento ou o colocou em auditoria pela chamada “junta médica do plano”, alegando que precisa de análise.

Na prática, isso significa uma coisa só: adiar ou negar a cobertura. Você precisa iniciar ou continuar um tratamento essencial, e agora tem que esperar por uma "avaliação" que pode durar semanas, ou meses.

Essas são as situações mais comuns:

E enquanto a "auditoria" não termina, você fica sem tratamento.

Sem continuidade. Sem previsão. Sem respostas. Veja como podemos ajudar:

O que podemos fazer por você:

O plano não pode negar, suspender ou submeter seu tratamento à junta médica por razões meramente burocráticas ou financeiras.

Se a suspensão é indevida, a Justiça pode determinar que:

Com uma ação judicial, é possível:

Você não precisa esperar. Conheça seus direitos:

Atuamos com foco em Direito do Consumidor e Direito da Saúde, defendendo pacientes que tiveram seus direitos violados por planos de saúde.

Nosso trabalho é garantir que auditorias abusivas não interrompam tratamentos essenciais e que você tenha continuidade no cuidado com sua saúde, com segurança jurídica e rapidez.

Se seu tratamento foi suspenso ou está sendo bloqueado por burocracias, estamos aqui para te ajudar.

O que dizem nossos clientes:

Dúvidas comuns de quem está nessa situação:

Não. Se você já está em tratamento, o plano não pode interrompê-lo de forma arbitrária. A auditoria não pode comprometer sua saúde.

Você pode acionar a Justiça para impedir essa burocracia desnecessária. O plano não pode usar a falta de documentos como desculpa quando você já cumpriu todas as exigências.

Em casos urgentes, a liminar pode sair em 24 a 72 horas. O tempo varia conforme a gravidade do caso e a documentação apresentada.

A responsabilidade pela escolha do tratamento é do médico, não do plano. Se há prescrição médica fundamentada, o plano não pode negar cobertura.

Sim. Com uma liminar, o plano é obrigado a manter seu tratamento, mesmo antes do julgamento final.

Sim. Se a interrupção do tratamento causou danos à sua saúde, é possível buscar indenização por danos morais e materiais.

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