Seu plano de saúde negou o medicamento de alto custo prescrito pelo seu médico?

Você tem a prescrição médica em mãos, o tratamento é essencial, mas o plano está negando a cobertura alegando que o medicamento “não está no Rol da ANS”, que é “off label” ou que não atende às diretrizes de utilização, "DUT"?

Somos um escritório especializado em Direito do Consumidor e Direito da Saúde. Atuamos em todo o Brasil para garantir que você tenha acesso ao medicamento que precisa.

Atendimento on-line em todo o Brasil
Advogados altamente especializados
Liminar em 24 a 72 horas para casos urgentes
Estratégias personalizadas para o seu caso

O que está acontecendo com você:

Seu médico prescreveu um medicamento essencial para seu tratamento, mas o plano está negando cobertura. E o custo é alto demais para você pagar do próprio bolso.

Essas são as situações mais comuns:

O plano alega que o medicamento "não consta no rol da ANS"

Negam cobertura dizendo que existe "alternativa mais barata"

Alegam que o tratamento é "experimental" ou Off Label, mesmo com prescrição médica fundamentada

Cobrem apenas parte do tratamento, mas negam o medicamento essencial

Exigem laudos, pareceres e contrapareceres intermináveis enquanto sua saúde piora

Medicamentos frequentemente negados:

E enquanto o plano nega, você fica sem tratamento.

Conheça seus direitos:

O que podemos fazer por você:

O plano não pode negar um medicamento prescrito por seu médico apenas porque ele é caro ou não está no rol da ANS.

Com uma ação judicial, é possível:

A Justiça pode determinar que:

Você não precisa aceitar essa negativa. Veja como podemos ajudar:

Atuamos com foco em Direito do Consumidor e Direito da Saúde, defendendo pacientes que tiveram medicamentos essenciais negados por planos de saúde.

Nosso trabalho é garantir que você tenha acesso ao tratamento prescrito pelo seu médico, com segurança jurídica, rapidez e eficiência.

Se seu plano negou cobertura para um medicamento de alto custo, estamos aqui para te ajudar.

O que dizem nossos clientes:

Dúvidas comuns de quem está nessa situação:

Não. O rol da ANS é exemplificativo, não taxativo. Se há prescrição médica fundamentada, o plano é obrigado a cobrir.
A escolha do tratamento cabe ao médico, não ao plano. Se o medicamento prescrito é o mais adequado para o seu caso, o plano não pode impor alternativas.
Em casos urgentes, a liminar pode sair em 24 a 72 horas. O prazo varia conforme a gravidade do caso.
Sim. A ação não afeta sua cobertura para outros procedimentos.
Você pode pedir reembolso integral do plano através da ação judicial.
Sim. Se a demora causou danos à sua saúde ou agravou seu quadro, é possível buscar indenização por danos morais.

Contatos:

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